segunda-feira, 5 de julho de 2010

Troféu Reynard Sloting Plus 2010 - Prova Experimental


Troféu Reynard Sloting Plus 2010

Prova Experimental


Data: 2 de Julho de 2010

Local: Pista do Clube Slot de Braga




Grelha de partida



Alinhamento final geral




Pódio da prova:

1.º Emídio Peixoto;

2.º Carlos Alvim;

3.º Augusto Amorim


Para consultar os resultados da prova clique aqui.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Ensaio Reynard 2KQ Sloting Plus

O Reynard 2KQ da Sloting Plus é um dos modelos mais esperados deste final do 1º semestre de 2010. Aquele fabricante apresentava já um catálogo de componentes técnicos de alto desempenho, pelo que era com natural curiosidade que todos aguardávamos, ansiosamente, este lançamento dentro de uma categoria que é, habitualmente, muito disputada e competitiva.

Foto 1

(esta foto foi retirada de www.sloting.com, espero que eles não se importem...)

Os minimodelos das categorias Le Mans, com as suas carroçarias largas e baixas e chassis planos e leves, são tipicamente muito eficientes, com uma condução excitante. Outras marcas têm lançado excelentes minimodelos nesta categoria. O primeiro modelo da Sloting Plus iria estar à altura da feroz concorrência? Nada melhor que umas voltas na pista do Clube de Slot de Braga para formar uma ideia sobre o assunto.


Foto 2

Antes de começar, convém conhecer a base que se vai utilizar. Normalmente não perco grande tempo na parte estética. Mas sem querer entrar em grandes detalhes a nível de escala e detalhes estático / estático (que para isso há blogues mais credenciados) parece-me que esta novidade da Sloting Plus está bem conseguida. É um belo minimodelo! Bem dimensionado, boas proporções… sim senhor! As rodas dianteiras são enormes. Tanto quanto consegue avaliar a minha pobre vista, estão à escala. Mas em pista são capazes de criar alguns problemas… rodas a “pisar” demasiado, frente levantada impedindo o patilhão de entrar completamente na calha... suspeito que haverá algumas saídas em frente à entrada das curvas.

Começando a biopsia…


Foto 3

Desapertando os dois parafusos que prendem a carroçaria ao chassis, um atrás do patilhão e o outro no extremo posterior do chassis, entre os pilares de suporte da asa posterior, a primeira coisa que se nota é a leveza da carroçaria. Impressionante. Sem ter balança de precisão, nem tentei pesar, mas fala-se de pouco mais que 15 gramas… impressionante! Claro que o facto da a asa traseira estar no chassis ajuda, mas não é tudo. O chassis é razoavelmente plano. Nunca vi um chassis de plástico novo absolutamente plano, julgo que nunca verei, não esperava que o do Reynard fosse excepção. Nada que uma banhinho de água quente não resolva!

O material que equipa o Reynard aparenta muito boa pinta. Monta, em ambos os eixos, eixos calibrados e jantes de aperto de 16,9mm de diâmetro por 8,5mm de largura, equipadas com tampões de belo efeito. O patilhão, aparentemente em poliamida (material robusto de muito baixo atrito) é de aperto por parafuso e tem leme avançado relativamente ao eixo. O motor, em posição angular, transmite o movimento ao eixo traseiro através de material já conhecido e comprovado, um conjunto de módulo M50, com pinhão de latão de 11 dentes e coroa de 32 dentes. Os casquilhos em latão permitem um rodar suave do eixo e têm folga radial quase nula.


Foto 4

A frente tem muito boa pinta! A profundidade do patilhão é próxima a 6,8mm, ideal tanto para pistas Carrera como Ninco. Na frente apreciam-se também os alojamentos para os parafusos M2 (não incluídos) que permitirão um ajuste preciso da altura do eixo dianteiro. Uma das características próprias do chassis é também o guiamento específico das cabos de alimentação ao motor. Bem jogado, Sloting Plus!


Foto 5

Na secção traseira do minimodelo pode apreciar-se a grande inovação deste chassis: o suporte de motor oscilante. Teoricamente deverá replicar o comportamento permitido pelos berços intermutáveis de outros fabricantes, mas sem que o berço seja realmente desmontável, ou seja, o chassis é uma peça única. As ranhuras no chassis começam ao lado do parafuso que se aprecia no canto inferior esquerdo da imagem, prolongam-se em delta até aos laterais, junto ao motor, e terminam numa ranhura transversal ao chassis logo após o eixo posterior. O suporte de eixos, esse sim é desmontável, e fixa-se por dois parafusos ao suporte flutuante do motor e por outros dois à secção terminal do chassis, próximo do furo de passagem do parafuso de fixação à carroçaria. Esta fixação permitirá um jogo de basculação entre o pseudo-berço do motor e o chassis, o que é um interessante ponto de preparação…

Observadas as “entranhas” da máquina, vistas as alturas do eixo dianteiro e traseiro, muni-me de material para fazer umas afinações ao lado da pista durante os primeiros ensaios…

Foto 6

Para o eixo dianteiro, um eixo de carbono e jantes plásticas de 16mm de diâmetro da Sloting Plus. Para o eixo traseiro, jantes de aperto de 15,8mm de diâmetro e pneus Scaleauto Goma RT 19x10mm. Mais umas palhetas finas Slot.it que levo sempre na mala, deve ser suficiente para umas primeiras “afinadelas”…

Foto 7

O Reynard tem mesmo uma bela pose. Baixinho como o costumam ser os LM’s, fica bem na pista…

Mas não foi à pista para ficar a ver as vistas, não senhor!. Escolho a calha verde, uma das mais rápidas do circuito CSB. Nesta calha, os mais rápidos do recém concluído Campeonato LMP 2010 rodaram em 8,339 segundos por volta. E os rapidíssimos LMP 2009, com motor Boxer e pneus de espuma chegaram a um fantástico 7,720 segundos por volta! Duvido que o Reynard chega lá hoje, mas fica pelo menos a referência.

Com o minimodelo totalmente de caixa (incluindo íman), começo a primeira sessão de voltas. Com o punho DS Witec regulado no banco de curvas de velocidade na posição 9, travão a 70% e anti-spin a 10%, ao fim de 5 minutos rodava sistematicamente perto dos 9 segundos por volta e com melhor volta em 8,953. Nada mau! O comportamento do carro é sereno e neutro. O efeito magnético não é acentuado, permitindo gatilhar de forma natural. O punho teve que ser afinado diminuindo o travão e com uma entrega vigorosa em aceleração, mas esperaria que fosse necessário utilizar uma curva mais radical. Os pneus não se portam mal, mas nesta configuração suspeito que a aderência é devida, sobretudo, à barra prateada debaixo do eixo traseiro e não às qualidades da goma…

Hora da verdade. É tempo de tirar o íman e ver como se porta a máquina! Olhando para a pose do Reynard na pista, temo que vai ser um fartote de saídas de frente. Rodas grandes à frente, frente levantada (apreciável na foto 8) e ausência de íman, a coisa promete…


Foto 8

Começo a rodar, regulo o punho para a curva 6, travão aumenta um pouco para 90% e anti-spin para 30%. O Reynard porta-se melhor que o que eu esperava. Claro que não rodo nos mesmos tempos, (quase 1,5 segundos mais lento), mas não é propriamente inconduzível. Acaba mesmo por ser agradável. Ficou um pouco mais barulhento. Suponho que seja das grandes rodas dianteiras a tocar na carroçaria. Estas mesmas rodas grandes que, de tanto apoio, fazem a frente saltar em recta e perder direcção à entrada das curvas, não perdoando qualquer travagem falhada. O ritmo que imponho é calmo, não quero partir o brinquedo novo! Ao fim de mais uma sessão de 5 minutos o melhor tempo ficou em 10,21 segundos.

Paragem para umas gotas de lubrificante e mudança de rodas da frente. Monto umas jantes de 15,8mm, com pneus Z0 baixo perfil. As rodas nem tocam na placa! Desaperta-se um pouco a carroçaria para facilitar a basculação. De novo na pista, a diferença é notável. O barulho que ouvia antes desapareceu. A frente está mais segura, permite mais confiança. Mesmo assim algumas saídas, tanto de frente na entrada das curvas, como por chicotada à saída da curva, mas estas não sei se foram do carro ou do dedo… Seja como for, o Reynard mostra-se muito equilibrado. Os pneus traseiros parecem-me aceitáveis. Nestas primeiras voltas o seu comportamento assemelha-se ao de uns P6 novos. Não é mau. No final dos 5 minutos a melhor volta fica em 10,04 segundos, rodando confortavelmente em 10,1. O punho apenas foi ajustado no anti-spin, agora em 20%.

Terceira paragem para mudanças mais radicais. Troquei o chassis por outro montado com o material escolhido e mais umas “maldades”. Uns casquilhos RRSS Victor's colados ao chassis e uma cremalheira de 24 dentes. Com a coroa com menos dentes trava menos, posso regular o punho para 100%. O Reynard começa a rodar com outra soltura. Os pneus fazem notar que ainda são novos, com pouca tracção. Mesmo assim consigo utilizar a curva 7, com anti-spin a apenas 20%. Mas de facto os pneus Scaleauto RT escorregam um pouco, com um som característico ao derrapar. Alivio um pouco os parafusos do suporte do motor. Fica mais seguro. Os 5 minutos passam num ápice. O Reynard é uma delícia de gatilhar. Muito sereno, inspira confiança. Rodei tranquilo em 9,6 segundos. O melhor tempo fica em 9,594 segundos, o que é um bom indicador para um minimodelo que teve 15 minutos de testes, com material escolhido a “olhómetro”…


Foto 9

Conclusão: um minimodelo bem conseguido sobre todos os aspectos. Esticamente está muito realista, o que deverá agradar aos slotistas mais virados para o coleccionismo. Mas o slotistas mais competitivos e que retiram mais prazer de preparar o minimodelo do que olhar para o mesmo numa estante também ficarão agradados. O Reynard demonstrou ter nascido muito bem, com um conceito inovador e interessante e mais, que funciona. É um minimodelo agradável de gatilhar desde a sua saída de caixa. Não é propriamente um “ready to run”, mas na realidade ainda não conheci nenhum minimodelo que o fosse verdadeiramente, mesmo os que assim se auto denominam. No entanto, o que lhe falta para ser extremamente competitivo parece ser muito pouco. Não em questão de qualidade de material, porque o original, esse, é excelente. Apenas uma questão de dimensões adaptadas à pista onde vai ser gatilhado. O 1º lançamento da Sloting Plus é um minimodelo que apresenta um potencial de preparação muito interessante. As competições que estão previstas com este Reynard, tanto as 24 Horas do Porto como o Troféu Inter Clubes CSB – GT Team antecipam-se extremamente competitivos, fruto de uma excelente base de competição.

Boas gatilhadas!

MPQ

segunda-feira, 28 de junho de 2010

6.ª Prova do Campeonato Resistência LMP 2010







Campeonato de Resistência LMP 2010




6.ª Prova




Paulo Mendes e Emídio Peixoto

sagram-se

campeões!











Decorreu no passado Sábado, dia 26 de Junho de 2010, na pista do GT Team Slot Clube, a sexta e última prova do Campeonato de Resistência LMP 2010, o qual foi organizado conjuntamente pelo Clube Slot de Braga e pelo GT Team Slot Clube.

Com os vencedores praticamente encontrados, a prova contava com o aliciante de ser absolutamente incerto o segundo lugar no campeonato, uma vez que o Augusto Amorim e o Eduardo Carvalho, ambos a correr em equipas diferentes, registavam um empate em pontos.








A direcção técnica da prova coube mais uma vez ao Hugo Figueiredo, o qual soube desempenhar o seu cargo de forma exemplar.





Em prova apresentaram-se quatro aguerridas equipas:

- Clube Slot de Braga - Smoke Off, constituída pelo Emídio Peixoto, pelo Paulo Mendes e pelo Eduardo Carvalho;

- GT Team, constituída pelo Augusto Amorim e pelo Rui Mota;

- Team Etílico, constituída pelo Hugo Figueiredo, António Maia e Carlos Alvim;

- BAT-NÁ-VÓ, constituída pelo Pedro Correia e pelo José Pedro Marques.











A qualificação decorreu na calha branca, tendo a equipa Clube Slot de Braga - Smoke Off, com o Emídio a pilotar, conquistado a pole position com o tempo de 8,453 segundos, deixando a concorrência à distância.

Com efeito, o segundo tempo foi conquistado pela equipa do GT Team, averbando o tempo de 8,781 segundos.







Carros alinhados para o início do Warm UP






Pilotos alinhados para o início do Warm Up e primeira manga:

- Carlos Alvim;

- Eduardo Carvalho;

- Augusto Amorim;

- Pedro Correia.



Grelha de partida


A qualificação e a primeira manga, com o Eduardo Carvalho a impor um fortíssimo andamento na calha verde e cavando uma diferença de nove voltas para os segundos classificados, parecia demonstrar que a equipa do Clube Slot de Braga iria averbar a quarta vitória do campeonato.


A segunda calha demonstrou novamente a superioridade da equipa do Clube Slot de Braga, a qual conseguiu mais duas voltas de vantagem.


No entanto, a terceira calha demonstrou uma grande subida de nível da equipa do GT Team, a qual conseguiu anular grande parte da diferença para com a equipa do Clube Slot de Braga.


A subida de nível manteve-se, com o carro da equipa do Clube Slot de Braga a perder rendimento, o que levou a que as equipas terminassem a quarta calha com o mesmo número de voltas.


A quinta calha foi de loucos, com o Augusto Amorim a forçar o andamento e a lograr cavar duas voltas de diferença para a equipa do Clube Slot de Braga, a qual não teve a sorte do seu lado nas dobragens dos pilotos mais lentos e com uma pistagem absolutamente desastrosa que, só por si, levou à perda de uma volta inteira.


E, assim, a equipa do GT Team logrou alcançar a liderança, posição que cimentou ainda mais na sexta e última manga, com o Rui Mota a empreender um fantástico e seguro andamento e conseguindo mesmo cavar uma diferença final de 8 voltas para a equipa do Clube Slot de Braga.


O terceiro lugar ficou bem entregue ao Team Etílico, com o Carlos Alvim, o Hugo Figueiredo e o António Maia a revelarem um bom entendimento entre si, o carro e a pista.


O quarto e último lugar ficou reservado ao Pedro Correia e ao José Pedro Marques, os quais tiveram o "azar" de colar muito mal os pneus da prova... os pneus acabaram por descolar, obrigando a parar nas boxes para nova operação de colagem... a partir daí o carro voou, mas o atraso já era grande.





No final os carros foram submetidos a uma meticulosa verificação.



Alinhamento final geral




Pódio da prova:
1.º GT Team;
2.º Clube Slot de Braga - Smoke Off;
3.º Team Etílico.





Imagem do carro vencedor


Para consultar os resultados completos da prova clique aqui.


Quanto ao Campeonato de Resistência LMP 2010, o Paulo Mendes e o Emídio Peixoto sagraram-se campeões, tendo ambos obtido três vitórias, dois segundos lugares e um terceiro lugar, formando a equipa mais consistente e forte de todo o campeonato.

A segunda posição do campeonato ficou reservada para o Augusto Amorim, o qual conseguiu ultrapassar o Eduardo Carvalho fruto desta última vitória.


Pódio do Campeonato de Resistência LMP 2010:


1.º Paulo Mendes e Emídio Peixoto;

2.º Augusto Amorim;

3.º Eduardo Carvalho.

Para consultar a pontuação final do Campeonato clique aqui.

6.ª Prova do Campeonato Ninco GT2 2010

Campeonato Ninco GT2 2010
6.ª Prova
Augusto Amorim campeão!

Realizou-se no passado dia 25 de Junho de 2010, na pista do Gt Team Slot Clube, a 6.ª e última prova do Campeonato Ninco GT2, organizado conjuntamente pelo Clube Slot de Braga e pelo GT Team Slot Clube.

A direcção técnica e desportiva da prova foi assumida pelo Hugo Figueiredo.



A qualificação foi mais uma vez dominada pelo Augusto Amorim, o qual conquistou a pole position com o tempo de 7,969 segundos, aos comandos de um fabuloso Ferrari.

O segundo tempo foi conquistado pelo José Pedro Marques, com o seu Ford GT


O terceiro tempo da qualificação foi conquistado pelo Vítor Lopes, aos comandos de um Ascari reconstruído.



Pilotos que alinharam na primeira manga:
- Bruno Mendes;
- Carlos Alvim;
- Paulo Mendes;
- Emídio Peixoto;
- Pedro Correia.

A primeira manga foi muito descontraída, anotando-se a presença do júnior Bruno Mendes, a pilotar com muito bom humor ... quem sai aos seus...



Carros que alinharam na primeira manga




Pilotos que alinharam na segunda manga:
- José Pedro Marques;
- Vítor Lopes;
- Augusto Amorim;
- José Pedro Vieira;
- António Maia.


Carros que alinharam na segunda manga


A segunda manga foi corrida a sério, com o Augusto Amorim a puxar dos galões e a conseguir uma vantagem de uma volta para o José Pedro Marques, demonstrando os seus dotes de preparador e de piloto e averbando mais uma merecida vitória, desta vez com um Ferrari.

O segundo lugar ficou mais uma vez para o José Pedro Marques, o qual conseguiu imprimir um forte e seguro andamento no seu Ford GT, demonstrando as mais valias deste modelo na categoria GT2 da Ninco.
O terceiro lugar foi conquistado pelo Vítor Lopes, seguido de perto pelo António Maia e do José Pedro Vieira.
Para consultar os resultados completos da prova clique aqui.


Alinhamento final geral



Carros que ocuparam o pódio

Pódio da prova e do Campeonato Ninco GT2 2010:
1.º Augusto Amorim;
2.º José Pedro Marques;
3.º Vítor Lopes.
O Augusto Amorim sagrou-se campeão do Campeonato Ninco GT2 2010.
O José Pedro Marques logrou conquistar o segundo lugar.
O terceiro lugar do Campeonato foi conquistado pelo Vítor Lopes.
Para consultar os resultados completos do campeonato clique aqui.
Para o ano há mais!

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Actualização do Ranking CSB


Caros associados do Clube Slot de Braga,

Em virtude de ser véspera de São João, e como diriam os célebres Monty Python, "e agora, algo completamente diferente":


"Ó meu caro São João
padroeiro da nossa cidade
Venha de lá essa actualização
p'ra depois irmos prá festividade..."


"Ficou a lucrar o Emídio
depois do Rally Do teu nome,
Parece que já está feito o pódio,
E os outros pilotos dispõe-se conforme"

"O que nos resta na calendarização,
Se depois da festa ainda restar afinco?
Que melhor p'ra fechar com emoção:
no sabado os LMP, na sexta os Ninco"

"S.João, se quiseres correr, vai por mim,
Não há dificuldade nem grande custo.
As duas provas são no GT Team,
Para negociar preço, fala com o Augusto"


Boas gatilhadas... e marteladas de S. João!