sábado, 17 de julho de 2010

Troféu Reynard Sloting Plus 2010 - 2ª Prova


Vitória esclarecedora de Paulo Mendes na 2ª prova do Troféu Reynard!

A 2ª prova deste troféu contou com 14 participantes. Para além dos habituais de todas as provas, estiveram também os regressados Daniel Costa, António Correia e Rui Costa. É sempre bom rever companheiros de gatilhanço e disputar com eles umas travagens e curvas!


Parque fechado da 2ª prova do Troféu Reynard CSB-GT Team

A qualificação foi disputada na calha 3 (vermelha). Bastou apenas uma volta a Luís Azevedo para pulverizar o tempo e garantir a pole position. Daniel Costa conquistou a 2ª posição (quem sabe não esquece...) e António Maia a 3ª posição.

Os participantes da 1ª manga.

A primeira manga foi disputada por Vitor Lopes, Carlos Alvim, Rui Costa, José Pedro Vieira, Rui Mota, António Correia e Hugo Gomes. Carlos Alvim venceu a manga e, com um total de 199 voltas, conseguiu mesmo a 7ª posição final. Foi seguido de muito perto por Vítor Lopes, que concluiu com 197 voltas. Rui Mota e José Pedro Vieira disputaram o 3º lugar da manga, com vantagem para o primeiro (192 contra 190 voltas). O benjamim Hugo Gomes portou-se muito bem e, com 185 voltas, acabou à frente de Rui Costa e António Correia, ambos regressados às provas de velocidade do CSB.


Grelha para a 2ª manga

A segunda manga foi muito emotiva. Participaram Luis Azevedo, Daniel Costa, António Maia, Nuno Aguilar, Paulo Mendes, Miguel Queirós e Augusto Amorim. Com 7 participantes na manga, houve necessidade de realizar manga virtual (tal como tinha ocorrido na 1ª manga). Paulo Mendes arrancou da calha amarela, folgando logo no seguinte turno de pilotagem, pelo que fez a restante corrida a recuperar voltas. E de que forma! Apenas no 1º turno fez 34 voltas. Em todos os restantes turnos fez 35 voltas por calha e na calha verde fez mesmo 36, para um total de 210 voltas! Esclarecedor! A luta entre Nuno Aguilar (outro regressado às provas de velocidade do CSB, fez 205 voltas), Augusto Amorim e Luis Azevedo (ambos com 204 voltas), seguidos de muito perto por Daniel Costa e Miguel Queirós(202 e 201 voltas respectivamente), foi outro ponto de interesse da manga. Tempos muito rápidos, pouquíssimas saídas e grande concentração destes pilotos! António Maia fechou a manga, acabando mesmo em 8º lugar final da prova. Muitas saídas e alguns azares acabam por impedir este piloto de concretizar em prova a rapidez que normalmente demonstra em treinos...



Alinhamento final da prova

No final, uma prova muito emotiva, em que os participantes se empenharam intensamente.
Os Reynard continuam a demonstrar um grande potencial de desenvolvimento e já se nota a criatividade na preparação de alguns destes minimodelos...


Os minimodelos dos três primeiros classificados

Os resultados da prova podem ser consultados aqui.

A pontuação do Troféu pode ser consultada aqui.

Próxima prova disputa-se no traçado técnico do GT Team na próxima sexta-feira.
A não perder!

Boas gatilhadas!


quarta-feira, 14 de julho de 2010

Actualização do Ranking CSB

Caros associados do Clube Slot de Braga,


Após a realização da jornada inaugural do Troféu Reynard 2QK LM na passada sexta-feira, a tabela do ranking oficial do CSB ficou ordenada da seguinte forma:



Destaque para a entrada do mais recente associado do CSB, Carlos Alvim.


Esta semana será realizada a 2ª prova do mesmo campeonato, com os bólides e pilotos a terem de enfrentar o traçado do CSB.


Boas gatilhadas...


domingo, 11 de julho de 2010

Troféu Reynard Sloting Plus 2010 - 1ª Prova

O 1º pódio do Troféu Reynard CSB-GT Team
Luis (Mara)villa volta a dominar

O troféu Reynard Sloting Plus realizado conjuntamente pelo Clube Slot de Braga e pelo GT Team já está em disputa!

A primeira prova realizou-se passada sexta-feira, dia 9 de Julho, na pista do GT Team.
Depois de umas tentativas goradas de definir um regulamento próprio, optou-se finalmente por utilizar o regulamento já disponibilizado pela organização das 24 horas do Porto. Esta solução de contingência acaba por permitir testar, desde já, os minimodelos para disputa dessa prova de referência do calendário slotista nacional. A única excepção ao regulamento técnico será o tocante ao sistema de iluminação, não obrigatório neste troféu.

Para esta primeira prova e dado que não havia certeza que os pneus traseiro regulamentares já estariam disponíveis, a organização do troféu optou por aceitar quaisquer pneus de borracha preta. Entretanto, o incansável Augusto Amorim do GT Team sempre conseguiu disponibilizar pneus Ostorero para os participantes.


O parque fechado para a 1ª prova do Trofeu Reynard CSB-GTTeam

A maioria dos participantes optou por montar estes novos pneus para a prova. Totalmente desconhecidos dos participantes do troféu, o primeiro impacto não foi favorável... a 1ª inspecção visual, acabados de sair do saco, revelou uma linha de junta do molde mesmo no meio do piso do pneu (habitualmente os fabricantes optam por colocar a junto num dos flancos). Pior, uma bolha nessa linha, provavelmente resultante do ponto de ataque da injecção, fazia suspeitar que a prova seria uma corrida de obstáculos com pneus "quadrados"... no entanto, desde as primeiras voltas de treinos os pneus não só não manifestaram esse temido comportamento, como começaram a surpreender com uma aderência muito correcta acabadinhos de sair do saco...

Os treinos cronometrados decorreram na pista 4 (vermelha). Luís Azevedo marcou um tempo de 7.948 segundos no cronómetro, com os pneus novos... em segundo lugar ficou Miguel Queirós, com 8.008 segundos (e uns P1 a começar a "abrir") e em terceira posição António Maia (também com os O&P 403) marcou um tempo de 8.038 segundos... A coisa prometia, os pneus novos demonstravam ser muito competitivos...


Os participantes da primeira manga

Na primeira manga Rui Mota dominou, conseguindo uma vantagem de 5 voltas para Carlos Alvim. Foi interessante a luta entre os dois, sobretudo porque Rui Mota andava afastado das provas noturnas de 6ª feira. José Pedro Vieira, outro participante que nos últimos tempos andava ausente das provas, demonstrou não só a sua qualidade de gatilhador mas também as do Reynard. O minimodelo com que este concorrente participou saiu da caixa durante os treinos cronometrados e a preparação constou, exclusivamente, em trocar pneus e aliviar a basculação... assim mesmo, terminou em 3ª posição da manga, a 2 voltas do 2º lugar...
Na quarta posição da manga ficou Eduardo Carvalho, a braços com um Reynard com uma afinação "peculiar". Seguiu-se Pedro Correia e, finalmente, Bruno Mendes, o mais novo desta prova.


O alinhamento da 2ª manga

Na segunda manga, a dos mais rápidos, Luís Azevedo dominou, sempre com Augusto Amorim e António Maia no seu encalço (menos 4 voltas que Luis, acabaram distanciados entre sí por apenas 3 metros). Paulo Mendes também andou muito próximo do pódio (ficou a 1 volta do 2º e 3º). Vítor Lopes acabou em 5º lugar da manga e da prova, a apenas 8 voltas de distância de Luís. Miguel Queirós terminou em 6º lugar da manga e da prova jã a uma distância de 13 voltas do 1º classificado.


Alinhamento final da prova

Prova muito disputada e interessante, que permite antever um troféu muito competitivo. A maior surpresa foram mesmo os pneus Ostorero, que saídos da saca e sem "acondicionamento" notório foram capazes de permitir andamentos rapidíssimos...

Os resultados da 1ª prova podem ser consultados aqui, e as pontuações do troféu aqui.

Na próxima semana a prova realiza-se na rapidíssima pista do CSB!

Até lá, boas gatilhadas!

MPQ

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Troféu Reynard Sloting Plus 2010 - Prova Experimental


Troféu Reynard Sloting Plus 2010

Prova Experimental


Data: 2 de Julho de 2010

Local: Pista do Clube Slot de Braga




Grelha de partida



Alinhamento final geral




Pódio da prova:

1.º Emídio Peixoto;

2.º Carlos Alvim;

3.º Augusto Amorim


Para consultar os resultados da prova clique aqui.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Ensaio Reynard 2KQ Sloting Plus

O Reynard 2KQ da Sloting Plus é um dos modelos mais esperados deste final do 1º semestre de 2010. Aquele fabricante apresentava já um catálogo de componentes técnicos de alto desempenho, pelo que era com natural curiosidade que todos aguardávamos, ansiosamente, este lançamento dentro de uma categoria que é, habitualmente, muito disputada e competitiva.

Foto 1

(esta foto foi retirada de www.sloting.com, espero que eles não se importem...)

Os minimodelos das categorias Le Mans, com as suas carroçarias largas e baixas e chassis planos e leves, são tipicamente muito eficientes, com uma condução excitante. Outras marcas têm lançado excelentes minimodelos nesta categoria. O primeiro modelo da Sloting Plus iria estar à altura da feroz concorrência? Nada melhor que umas voltas na pista do Clube de Slot de Braga para formar uma ideia sobre o assunto.


Foto 2

Antes de começar, convém conhecer a base que se vai utilizar. Normalmente não perco grande tempo na parte estética. Mas sem querer entrar em grandes detalhes a nível de escala e detalhes estático / estático (que para isso há blogues mais credenciados) parece-me que esta novidade da Sloting Plus está bem conseguida. É um belo minimodelo! Bem dimensionado, boas proporções… sim senhor! As rodas dianteiras são enormes. Tanto quanto consegue avaliar a minha pobre vista, estão à escala. Mas em pista são capazes de criar alguns problemas… rodas a “pisar” demasiado, frente levantada impedindo o patilhão de entrar completamente na calha... suspeito que haverá algumas saídas em frente à entrada das curvas.

Começando a biopsia…


Foto 3

Desapertando os dois parafusos que prendem a carroçaria ao chassis, um atrás do patilhão e o outro no extremo posterior do chassis, entre os pilares de suporte da asa posterior, a primeira coisa que se nota é a leveza da carroçaria. Impressionante. Sem ter balança de precisão, nem tentei pesar, mas fala-se de pouco mais que 15 gramas… impressionante! Claro que o facto da a asa traseira estar no chassis ajuda, mas não é tudo. O chassis é razoavelmente plano. Nunca vi um chassis de plástico novo absolutamente plano, julgo que nunca verei, não esperava que o do Reynard fosse excepção. Nada que uma banhinho de água quente não resolva!

O material que equipa o Reynard aparenta muito boa pinta. Monta, em ambos os eixos, eixos calibrados e jantes de aperto de 16,9mm de diâmetro por 8,5mm de largura, equipadas com tampões de belo efeito. O patilhão, aparentemente em poliamida (material robusto de muito baixo atrito) é de aperto por parafuso e tem leme avançado relativamente ao eixo. O motor, em posição angular, transmite o movimento ao eixo traseiro através de material já conhecido e comprovado, um conjunto de módulo M50, com pinhão de latão de 11 dentes e coroa de 32 dentes. Os casquilhos em latão permitem um rodar suave do eixo e têm folga radial quase nula.


Foto 4

A frente tem muito boa pinta! A profundidade do patilhão é próxima a 6,8mm, ideal tanto para pistas Carrera como Ninco. Na frente apreciam-se também os alojamentos para os parafusos M2 (não incluídos) que permitirão um ajuste preciso da altura do eixo dianteiro. Uma das características próprias do chassis é também o guiamento específico das cabos de alimentação ao motor. Bem jogado, Sloting Plus!


Foto 5

Na secção traseira do minimodelo pode apreciar-se a grande inovação deste chassis: o suporte de motor oscilante. Teoricamente deverá replicar o comportamento permitido pelos berços intermutáveis de outros fabricantes, mas sem que o berço seja realmente desmontável, ou seja, o chassis é uma peça única. As ranhuras no chassis começam ao lado do parafuso que se aprecia no canto inferior esquerdo da imagem, prolongam-se em delta até aos laterais, junto ao motor, e terminam numa ranhura transversal ao chassis logo após o eixo posterior. O suporte de eixos, esse sim é desmontável, e fixa-se por dois parafusos ao suporte flutuante do motor e por outros dois à secção terminal do chassis, próximo do furo de passagem do parafuso de fixação à carroçaria. Esta fixação permitirá um jogo de basculação entre o pseudo-berço do motor e o chassis, o que é um interessante ponto de preparação…

Observadas as “entranhas” da máquina, vistas as alturas do eixo dianteiro e traseiro, muni-me de material para fazer umas afinações ao lado da pista durante os primeiros ensaios…

Foto 6

Para o eixo dianteiro, um eixo de carbono e jantes plásticas de 16mm de diâmetro da Sloting Plus. Para o eixo traseiro, jantes de aperto de 15,8mm de diâmetro e pneus Scaleauto Goma RT 19x10mm. Mais umas palhetas finas Slot.it que levo sempre na mala, deve ser suficiente para umas primeiras “afinadelas”…

Foto 7

O Reynard tem mesmo uma bela pose. Baixinho como o costumam ser os LM’s, fica bem na pista…

Mas não foi à pista para ficar a ver as vistas, não senhor!. Escolho a calha verde, uma das mais rápidas do circuito CSB. Nesta calha, os mais rápidos do recém concluído Campeonato LMP 2010 rodaram em 8,339 segundos por volta. E os rapidíssimos LMP 2009, com motor Boxer e pneus de espuma chegaram a um fantástico 7,720 segundos por volta! Duvido que o Reynard chega lá hoje, mas fica pelo menos a referência.

Com o minimodelo totalmente de caixa (incluindo íman), começo a primeira sessão de voltas. Com o punho DS Witec regulado no banco de curvas de velocidade na posição 9, travão a 70% e anti-spin a 10%, ao fim de 5 minutos rodava sistematicamente perto dos 9 segundos por volta e com melhor volta em 8,953. Nada mau! O comportamento do carro é sereno e neutro. O efeito magnético não é acentuado, permitindo gatilhar de forma natural. O punho teve que ser afinado diminuindo o travão e com uma entrega vigorosa em aceleração, mas esperaria que fosse necessário utilizar uma curva mais radical. Os pneus não se portam mal, mas nesta configuração suspeito que a aderência é devida, sobretudo, à barra prateada debaixo do eixo traseiro e não às qualidades da goma…

Hora da verdade. É tempo de tirar o íman e ver como se porta a máquina! Olhando para a pose do Reynard na pista, temo que vai ser um fartote de saídas de frente. Rodas grandes à frente, frente levantada (apreciável na foto 8) e ausência de íman, a coisa promete…


Foto 8

Começo a rodar, regulo o punho para a curva 6, travão aumenta um pouco para 90% e anti-spin para 30%. O Reynard porta-se melhor que o que eu esperava. Claro que não rodo nos mesmos tempos, (quase 1,5 segundos mais lento), mas não é propriamente inconduzível. Acaba mesmo por ser agradável. Ficou um pouco mais barulhento. Suponho que seja das grandes rodas dianteiras a tocar na carroçaria. Estas mesmas rodas grandes que, de tanto apoio, fazem a frente saltar em recta e perder direcção à entrada das curvas, não perdoando qualquer travagem falhada. O ritmo que imponho é calmo, não quero partir o brinquedo novo! Ao fim de mais uma sessão de 5 minutos o melhor tempo ficou em 10,21 segundos.

Paragem para umas gotas de lubrificante e mudança de rodas da frente. Monto umas jantes de 15,8mm, com pneus Z0 baixo perfil. As rodas nem tocam na placa! Desaperta-se um pouco a carroçaria para facilitar a basculação. De novo na pista, a diferença é notável. O barulho que ouvia antes desapareceu. A frente está mais segura, permite mais confiança. Mesmo assim algumas saídas, tanto de frente na entrada das curvas, como por chicotada à saída da curva, mas estas não sei se foram do carro ou do dedo… Seja como for, o Reynard mostra-se muito equilibrado. Os pneus traseiros parecem-me aceitáveis. Nestas primeiras voltas o seu comportamento assemelha-se ao de uns P6 novos. Não é mau. No final dos 5 minutos a melhor volta fica em 10,04 segundos, rodando confortavelmente em 10,1. O punho apenas foi ajustado no anti-spin, agora em 20%.

Terceira paragem para mudanças mais radicais. Troquei o chassis por outro montado com o material escolhido e mais umas “maldades”. Uns casquilhos RRSS Victor's colados ao chassis e uma cremalheira de 24 dentes. Com a coroa com menos dentes trava menos, posso regular o punho para 100%. O Reynard começa a rodar com outra soltura. Os pneus fazem notar que ainda são novos, com pouca tracção. Mesmo assim consigo utilizar a curva 7, com anti-spin a apenas 20%. Mas de facto os pneus Scaleauto RT escorregam um pouco, com um som característico ao derrapar. Alivio um pouco os parafusos do suporte do motor. Fica mais seguro. Os 5 minutos passam num ápice. O Reynard é uma delícia de gatilhar. Muito sereno, inspira confiança. Rodei tranquilo em 9,6 segundos. O melhor tempo fica em 9,594 segundos, o que é um bom indicador para um minimodelo que teve 15 minutos de testes, com material escolhido a “olhómetro”…


Foto 9

Conclusão: um minimodelo bem conseguido sobre todos os aspectos. Esticamente está muito realista, o que deverá agradar aos slotistas mais virados para o coleccionismo. Mas o slotistas mais competitivos e que retiram mais prazer de preparar o minimodelo do que olhar para o mesmo numa estante também ficarão agradados. O Reynard demonstrou ter nascido muito bem, com um conceito inovador e interessante e mais, que funciona. É um minimodelo agradável de gatilhar desde a sua saída de caixa. Não é propriamente um “ready to run”, mas na realidade ainda não conheci nenhum minimodelo que o fosse verdadeiramente, mesmo os que assim se auto denominam. No entanto, o que lhe falta para ser extremamente competitivo parece ser muito pouco. Não em questão de qualidade de material, porque o original, esse, é excelente. Apenas uma questão de dimensões adaptadas à pista onde vai ser gatilhado. O 1º lançamento da Sloting Plus é um minimodelo que apresenta um potencial de preparação muito interessante. As competições que estão previstas com este Reynard, tanto as 24 Horas do Porto como o Troféu Inter Clubes CSB – GT Team antecipam-se extremamente competitivos, fruto de uma excelente base de competição.

Boas gatilhadas!

MPQ